Quem se Importa – A série

Captura de tela 2015-08-12 16.33.05QUEM SE IMPORTA – A SÉRIE é uma série documental para televisão de 13 episódios de 30 minutos cada sobre empreendedores sociais no Brasil. Lançamento dia 24 de março de 2017. Todas as sextas feitas 20hs no Canal CURTA.

A série retrata pessoas brilhantes, que criaram, cada qual, uma organização inovadora capaz de não só mudar a sociedade ao seu redor, mas também causar impacto social suficiente para que estas ideias possam virar políFcas públicas aplicadas em várias partes do mundo.

Uma série que, através de cada um de seus personagens, vasculha o mundo em busca de pessoas magníficas que oferecem simples soluções para as mais graves questões que nos afetam profundamente.

Baseada no sucesso do longa-metragem de mesmo nome, lançado nos cinemas do Brasil em 2012 e vencedor de diversos prêmios internacionais, entre eles os prêmios de melhor documentário no DOC Miami International Film fesFval 2012, PRÊMIO DE PÚBLICO de Melhor Documentário de longa metragem – 27th Washington, DC International Film Festival 2013, Melhor Documentário de longa- metragem – International Film Festival for Environment, Health, and Culture 2013 – Indonesia, entre outros, esta série para televisão retratará treze entre os maiores Líderes Sociais do país, falando sobre seus trabalhos, sobre o que é ser um Empreendedor Social e, principalmente, mostrará que existem ideias criaFvas e viáveis sendo aplicadas para um mundo melhor.

Nossa série falará das soluções. Nós já conhecemos os problemas. Nós já os vimos na mídia ou com nossos próprios olhos. E filmes importantes foram feitos sobre os maiores desafios da humanidade. Agora é hora de falar sobre as soluções. E sobre as pessoas que as criaram.

O que move alguém a se tornar um Empreendedor Social? Eles são diferentes de nós? Isto é uma profissão? Essa série documental vai esclarecer todas as verdades e as íntimas razões que motivam esses líderes a mudar o mundo ao seu redor. E o mais importante: a visão de futuro e soluções criativas para um mundo sustentável, mais justo e melhor.

Um dos focos de cada episódio da série, que retratará sempre um empreendedor, é mostrar o impacto social atingido, os obstáculos encontrados, a felicidade com os resultados e a gratificação interior e, com isso, cada episódio da série inspirará pessoas a também levarem suas ideias de melhoria social em frente. E finalmente atingiremos nosso objetivo principal: mostrar a todos QUEM SE IMPORTA.

Em dezembro de 2015 iniciamos com gravações sobre as ONGs BANCO DE ALIMENTOS, MUSEU DA PESSOA e ATADOS. Acompanhem a produção:

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Mara Mourão e Luciana Quintão para BANCO DE ALIMENTOS

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Maurício Dias com Drone no Minhocão para cena do ATADOS

 

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Fachada do MUSEU DA PESSOA

As gravações aconteceram até abril de 2016.

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Os retratados:

  • Karen Worcman, Museu da Pessoa – São Paulo (SP)
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Karen Worcman é uma historiadora, apaixonada por histórias. Daí nasceu o impulso para criar o Museu da Pessoa.

A partir de sua experiência com a obtenção de histórias orais de sobreviventes do holocausto, Karen Worcman criou o Museu da Pessoa para dar às pessoas a capacidade de registrar não apenas sua própria história, mas também tornar a criação da história uma estratégia para mudança social.

Por causar impacto social através da valorização de cada indivíduo, Karen tornou-se uma Empreendedora Social.

O Museu da Pessoa foi fundado em São Paulo, em 1991, com o objetivo de constituir uma Rede Internacional de Histórias de Vida, um espaço para registrar, preservar e disseminar histórias de vida de toda e qualquer pessoa da sociedade.

  • Auro Danny Lescher e Graziela Bedoian – Projeto Quixote – São Paulo (SP)

Auro Danny Lescher e GRAZIELA BEDOIAN revolucionaram a visão sobre as crianças de rua trazendo uma nova forma de abordagem holística para a questão da dependência química.

Com o Projeto Quixote, Auro e GRAZIELA criaram  novas relações afetivas e sociais entre crianças e jovens de rua com avançada dependência do uso de drogas, suas famílias, educadores, profissionais de saúde e a comunidade. Com uma nova metodologia, Auro e Graziela oferecem aos jovens alternativas que lhes permitem abandonar as drogas sem necessidade de intervenção psicoterápica ou medicamentosa, preparando-os para iniciar uma nova vida.

Para enfrentar todos os desafios desta empreitada, o Projeto Quixote apostou na arte, na educação e na saúde como formas de aproximação e vinculação com estes jovens. A partir disso, nasceram oficinas artísticas e estratégias clínicas e sociais, onde criatividade, afeto e expressão caminham sempre juntos.

  • Alice Freitas, Rachel Schettino e Rosane Rosa – Rede Asta – Rio de Janeiro (RJ)

Em 2002, a advogada carioca Alice Freitas ocupava um bom cargo numa multinacional quando, entediada com a rotina no trabalho, largou o emprego e se lançou numa viagem pelo mundo, em busca de iniciativas sustentáveis na área social. Juntou-se com duas amigas e lançaram a REDE ASTA que é um negócio social que tem a missão de ajudar a diminuir a desigualdade social brasileira.

A Rede Asta leva a consumidores em todo o Brasil produtos para casa e moda feitos à mão por grupos de artesãos de regiões de baixa renda, transformando artesãs em empreendedoras e produtos em histórias.

As empreendedoras sociais atuam no empoderamento da mulher artesã e de seu pequeno negócio por meio de treinamentos, formação de redes de produção e criação de canais de venda. Vendem sua produção no site da organização e nas lojas físicas no Rio de Janeiro.

As sócias co criam as peças com as artesãs, sua equipe de designers ou designers parceiros e entregam ao consumidor, produtos exclusivos e únicos, feitos com reaproveitamento de diferentes materiais que seriam descartados, cuidando do meio ambiente.

  • Claudio Sassaki e Eduardo Bomtempo Geekie – São Paulo (SP)

Em 2011, Claudio Sassaki e Eduardo Bomtempo, dois bem-sucedidos profissionais do mercado financeiro, perceberam que poderiam fazer mais pelo nosso país se trocassem a rotina de banco e passassem a se dedicar para que todos tivessem a chance de aprender pra valer.

Criaram a  Geekie  e, de lá pra cá, mais de 3 milhões de alunos tiveram a oportunidade de transformar suas vidas por meio da tecnologia de ensino desenvolvida pela organização.

A Geekie desenvolve plataformas de ensino adaptativo a partir de tecnologias inovadoras, com o intuito de assegurar a cada aluno as ferramentas necessárias para que desenvolvam o seu potencial. Um dos produtos que oferece é um ambiente virtual capaz de entregar o conteúdo de forma personalizada aos alunos.

Com esta plataforma é possível ensinar respeitando os interesses e habilidades de cada um e aprender de forma eficiente e divertida.

A Geekie acredita que independentemente de quem você é, de onde veio ou aonde chegou, é possível ir ainda mais longe!

  • Claudio Miranda, Favela da Paz – São Paulo (SP)

Há mais de 20 anos, Claudio Miranda começou a receber amigos do Jardim Ângela, São Paulo, para fazer música a partir de latas de lixo, metal e baldes, porque naquele tempo brincar com instrumentos reais estava completamente fora de questão. Nos primeiros anos da banda, a violência era a norma nas ruas do Jardim Angela – considerado na época pela ONU como um dos bairro mais violentos do mundo.

Agora eles são muito mais do que apenas uma banda. Claudio Mirando e sua família criaram o Instituto Favela da Paz, um ponto de cultura, estúdio de gravação e local de vários cursos.

Além de fazer música juntos, como Poesia Samba Soul, eles criaram um centro cultural no meio das ruas estreitas da favela oferecendo algo que é mais atraente do que a violência: eles estão dando aos jovens uma alternativa, para o combate às drogas.

A visão da Favela da Paz é tornar-se um modelo replicável e um centro de educação para a autonomia e para a paz. Através das soluções para a auto-suficiência – ao nível da água, do alimento e da energia – a organização inspira a sociedade para a recuperação da autonomia e da riqueza das comunidades locais.

A idéia é começar com a rua onde moram: a Rua 2, que tem 2.000 habitantes; mas o objetivo final é criar um modelo para a “Favela da Paz”, que pode ser replicado em outras comunidades ao redor do globo, onde a criminalidade e a violência fazem parte da vida diária.

Luciana Chinaglia Quintão, Banco de Alimentos – São Paulo (SP)

 Fundado em 1998 a partir da iniciativa civil e pioneira da economista Luciana C. Quintão, o Banco de Alimentos é uma associação civil que atua com o objetivo de minimizar os efeitos da fome e combater o desperdício de alimentos, permitindo que um maior número de pessoas tenha acesso a alimentos básicos e de qualidade – e em quantidade suficiente – para uma alimentação saudável e equilibrada.

Os alimentos distribuídos são excedentes de comercialização e produção, perfeitos para o consumo. Luciana coleta o excedente de alimentos em fazendas, supermercados ou empresas e o redistribui por organizações sociais.

A distribuição possibilita a complementação alimentar a todas as pessoas assistidas pelas mais de 40 instituições cadastradas no projeto, ou seja, mais de 22 mil pessoas por mês.

Para que a ONG Banco de Alimentos consiga alcançar seus objetivos, trabalha de maneiras distintas e interligadas: fornece alimentos através do combate ao desperdício e promove ações educativas e profiláticas voltadas às comunidades atendidas.

  • Roberto Kikawa, CIES – São Paulo (SP)

Médico, Roberto Kikawa teve a ideia de um sistema móvel para exames preventivos. Nascia assim o projeto Cies (Centro de Integração de Educação e Saúde). Antes do trabalho, o Cies avisa à subprefeitura local onde vai estacionar e pede a ela que agende as consultas de acordo com a lista de espera. Numa carreta, o paciente é atendido e passa por exames médicos de média complexidade em dez especialidades, como endoscopia, mamografia, ultrassonografia e até pequenas cirurgias, como a de catarata. Se necessário, ele é encaminhado a hospitais parceiros.

Os atendimentos são autossustentáveis e baseados na tabela do SUS.

O Projeto CIES (Centro de Integração de Educação e Saúde) nasce de um cenário carente onde o poder público sozinho encontra dificuldade em suprir todas as áreas de uma das necessidades básicas do cidadão brasileiro e garantida pela Constituição: a saúde.

Todas as unidades móveis do CIES são equipadas com aparelhos de diagnóstico de última geração e consultórios para o atendimento da população de alta vulnerabilidade social.

Associado aos exames, o CIES está trabalhando na conscientização da população sobre a própria saúde principalmente no que diz respeito a cuidados básicos e prevenção de doenças, bem como utilizar de maneira consciente os serviços médicos públicos.

O CIES Global (Centro de Integração de Educação e Saúde) é uma organização sem fins lucrativos inovadora de saúde integrada à educação, destinado à população de alta vulnerabilidade social com um método inovador pela gestão compartilhada, que envolve e mobiliza governo, empresas, sociedade civil e comunidades.

  • Daniel Moraes, Bruno Tataten e André Cervi – Atados – São Paulo (SP)

Amigos e estudantes de Administração na FEA-USP, eles tiveram uma ótima ideia: criar uma rede social voltada para o trabalho voluntário. O Atados foi idealizado em maio de 2012, com a ideia de solucionar uma necessidade, a de encontrar um trabalho voluntário. Eles estão criando uma cultura de voluntariado no país.

O Atados é uma plataforma social que conecta pessoas e organizações, facilitando o engajamento nas mais diversas possibilidades de voluntariado. O fortalecimento dessa rede e a mobilização de voluntários ampliam o impacto das organizações e transformam pessoas e comunidades.

O encontro entre voluntários e organizações, representado aqui em Vagas de voluntariado são possibilidades de experiências e vínculos. E é nesse encontro que o Atados acredita. Nesse encontro que afeta e modifica. Que aproxima e cria vínculos.

Essa conexão ajuda a alimentar uma rede de pessoas que tem em comum a busca do bem coletivo e da harmonização das nossas relações – com nós mesmos e com o mundo.

Além da plataforma de voluntariado o fundadores tem várias iniciativas sociais como o Abraço Cultural, uma escola de língua onde refugiados são professores, e o Sementes de Transformação, um programa que inspira jovens a atuarem socialmente.

  • Pedro Diniz, Fazenda da Toca – Itirapina, SP

Em 2008, Pedro Paulo Diniz assumiu a administração da Fazenda da Toca e começou a busca por um projeto de sustentabilidade para realizar no local. Depois de muita pesquisa ficou claro que a agricultura orgânica era a melhor resposta e, com isto, deu-se início a projeto de cultivo diversificado, no qual a fazenda é vista como um organismo, com suas várias áreas – fruticultura, ovos e grãos – agindo de forma integrada. O resíduo de uma se torna insumo para outra e assim todo ambiente prospera de forma mais equilibrada. Desde estão a Toca vem desenvolvendo sistemas produtivos orgânicos levando em consideração os três pilares da sustentabilidade (ambiental, social e econômico) para gerar benefício para todos os envolvidos.

Pedro entendeu a importância de desenvolver uma forma de cultivo que produza alimentos sem contaminantes químicos, resgatando biodiversidade em vez de gerar degradação. Por isso, o propósito da Toca é conectar e cocriar iniciativas que regenerem o ambiente, criando valor para a sociedade e o planeta. Hoje, fazemos isso principalmente por meio da produção agrícola, de projetos de educação e da pesquisa aplicada.

Neste contexto, concebem projetos a partir de uma analogia: a fazenda é um grande organismo vivo, que para ser saudável depende do bom funcionamento de seus órgãos. Dessa forma, desenvolvem um sistema orgânico totalmente voltado ao equilíbrio ecológico e à qualidade de vida de todos os stakeholders envolvidos no processo: meio ambiente, funcionários, clientes e fornecedores. A Fazenda funciona também como uma grande escola. Através de parcerias com universidades e compartilhamento de tecnologia, conseguem gerar saber e trocar experiências. E o maior objetivo desse processo é a difusão de conhecimento não só para toda comunidade entorno da fazenda como também para quem acredita e investe na produção orgânica.  ”Felicidade, produtividade e sustentabilidade. Isto chamamos do viver orgânico”.

  • Lilian do Prado Silva, Acreditar – Glória do Goitá, Pernambuco

Lilian do Prado Silva  percebeu que o acesso ao crédito é o ingrediente que faltava para o fechamento do ciclo virtuoso do protagonismo juvenil em regiões rurais pobres em que o jovem não encontra qualquer alternativa de fonte de geração de renda. Para isso criou a Acreditar, uma organização de micro- crédito gerida e formada por jovens, para jovens, que os apóia a empreender seus próprios negócios em consonância com o modelo de desenvolvimento local sustentável de zonas rurais.

Antes, o jovem da região tinha que sair de sua pequena cidade para encontrar oportunidade de empreender em cidades maiores. Com o banco de microcrédito, milhares de jovens iniciaram seus próprios negócios, agricultores investiram em suas lavouras, e todo tipo de negócio pode florescer.

Os empreendimentos criados permitem que o jovem permaneça no campo, seguindo os princípios da agricultura orgânica familiar, e gere renda para sua família e para as sociedades locais.

Mas o banco vai muito além de simplesmente oferecer o crédito monetário. A Acreditar promove uma educação financeira possibilitando que todos aprendam a administrar os recursos e seus novos negócios.

  • Mundano – Pimp my Carroça – São Paulo (SP)

Mundano criou PIMP MY CARROÇA, um movimento que luta para tirar os catadores de materiais recicláveis da invisibilidade, promover a sua auto estima e sensibilizar a sociedade para a causa em questão, com ações criativas que utilizam o graffiti para conscientizar, engajar e transformar.

O Pimp my Carroça marcou o calendário sociocultural de 2012 com sua ousadia coletiva que tomou as ruas de São Paulo e do Rio de Janeiro sob a bandeira da valorização dos catadores de materiais recicláveis e seu essencial papel a sociedade, associando ainda a disseminação do grafite com uma mensagem social.

Deixou de ser um sonho do “artivista” Mundano – seu idealizador – para se tornar um sonho compartilhado entre diferentes cidadãos, que viram no projeto uma forma de contribuir na luta pelo reconhecimento dos catadores.

  • Rodrigo Alonso, Mariana Gauche e Natasha Mendes – Instituto Elos – Santos (SP)

O Elos nasceu de um encontro de jovens estudantes de arquitetura em Santos (SP) e se tornou uma comunidade multidisciplinar focada em desenhar estratégias para construir o melhor dos mundos começando agora mesmo.

Eles criaram uma organização não governamental com o objetivo de empoderar pessoas para a construção de espaços com mais qualidade de vida e com o propósito de impulsionar o movimento de fazer acontecer JÁ o mundo que todos sonhamos.

Conta com uma equipe de colaboradores, apoiadores e parceiros em todo o mundo, que atuam desenvolvendo metodologias, produtos, serviços, e fomentando redes sociais. Um dos seus principais programas é o Guerreiros Sem Armas, iniciativa que reúne bienalmente jovens de todo o mundo e lideranças em suas comunidades para o trabalho de empoderamento e desenvolvimento de habilidades empreendedoras.

Essa crença se reflete em uma equipe diversa, uma composição de experiências e um mosaico de saberes que vem sendo montado ao longo de uma história que começou no ano 2000.

As ações, ferramentas, programas e projetos baseiam-se na Filosofia Elos que compreende 7 passos: o Olhar, o Afeto, o Sonho, o Cuidado, o Milagre, a Celebração e a Re-evolução.

  • Eduardo Lyra – Instituto Gerando Falcoes – São Paulo (SP)

O Instituto Gerando Falcões foi criado pelo empreendedor social Eduardo Lyra. Sediada em Poá, a organização promove a paz em diversas periferias, favelas e presídios, atuando em três frentes: esporte, arte e música, com oportunidade e renda.

Edu Lyra viveu a infância dentro de um barraco, numa favela em Guarulhos, SP. O pai ingressou no crime e foi parar na prisão. A mãe foi o contraponto da história, que o inspirou a sonhar, dizendo: “Filho, não importa de onde você vem, mas, sim, pra onde vai”. O suficiente para que Edu se tornasse jornalista, autor do livro Jovens Falcões, um dos roteiristas do filme “Na Quebrada” e empreendedor social. Ele foi selecionado pelo Fórum Econômico Mundial, como 1 dos 15 jovens brasileiros que podem mudar o mundo, fazendo parte do Global Shapers.

O Gerando Falcões nasceu com o intuito de causar transformação social e mudar a realidade das periferias. O movimento começou em 2011, com pequenas ações e grandes ideias do então empreendedor social Eduardo Lyra, na época com 22 anos.

“Menos muros e mais pontes” é o lema do Gerando Falcões que, com o apoio de grandes marcas, de empresas, de tecnologias e de bons líderes, tem o sonho de transformar a periferia em um lugar mais justo e vibrante.

 

 

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